III - Ângelo Magalhães – Memória dos alunos que passaram
Por Daniel Rocha Há escolas que ficam no prédio. Outras ficam nas pessoas. Em Teixeira de Freitas, o Colégio Estadual Ângelo Magalhães parece ter escolhido o segundo caminho. Mais do que salas, quadros e horários, a escola se transformou, ao longo de quase três décadas, em um espaço de convivência, formação e construção de identidade. Hoje, ela segue viva — não no funcionamento cotidiano, mas na memória de quem passou por lá. E são essas memórias que ajudam a contar a história. Os nomes dos professores ainda circulam com naturalidade nas conversas: Luzenir, Marlene, Nalva, Lilia, Analice, Soraya, Sueli, Roberto, Regina Célia, Selma, Marina, Maurina, Adalgisa, Morzalane, Luciene, Leninha, Euzelia, Wileide, Vera Lúcia, Madalena, Marinalva, Shirley, dentre outros. Mais do que docentes, foram referências — e isso aparece em quase todo relato. João Batista, que estudou entre 1995 e 1998, lembra das aulas de inglês com a professora Regina. Naquela época, não era comum ver tecnologia ...